Autismo: diagnóstico, assistência, leis e direitos

A presidente da PRODTEA/MS esclareceu como detectar o transtorno, como é o diagnóstico, atendimentos clínicos, leis e direitos

11 AGO 2018Por Jota FM/Adriana Mantarro00h05

A entrevistada de hoje do Ronda do MS, Carolina Spínola, presidente da PRODTEA/MS (Associação de Pais e Responsáveis pelas pessoas com Deficiência e Transtorno do Espectro Autista de Mato Grosso do Sul) apresentou muitas informações sobre o autismo - síndrome de origem genética, que possui tratamento, mas não tem cura.

Mãe de meninos gêmeos diagnosticados com o transtorno aos quase dois anos de idade (hoje ambos já têm 12 anos), Carolina iniciou naquele momento uma peregrinação pelo SUS e outras entidades, buscando tratamento e orientação para os filhos. Encontrando grandes dificuldades, ela se reuniu a outros pais de autistas e formaram a organização.

Carol explica que se os pais e responsáveis suspeitam que a criança têm características autistas (dificuldade na interação social, problemas de comunicação, alterações comportamentais) devem procurar investigar o diagnóstico com um neuropediatra ou um psiquiatra - a rede pública de saúde tem que oferecer esses serviços à população.

A PRODTEA/MS está estruturada para dar apoio àqueles que têm autistas na família, com orientações sobre leis, inserção na escola e ambiente de trabalho e, principalmente, defender os direitos reservados as pessoas com a deficiência, 

A associação disponibiliza um número de telefone de Campo Grande para contato: (67) 99193-5519.

 

 

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