Desde 2016, o Brasil tem apresentado uma preocupante queda nas taxas de cobertura vacinal contra a poliomielite, não atingindo a meta ideal de 95% de crianças imunizadas estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A infectologista Raquel Stucchi, consultora da sociedade brasileira de infectologia, aponta que as fake news, ou falsas informações, têm sido um fator significativo nessa redução.
Segundo Stucchi, a disseminação de informações incorretas e alarmistas sobre as vacinas tem levado muitos pais a optarem por não vacinar seus filhos, colocando em risco a saúde pública e a erradicação da poliomielite no país.

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