A limpeza frequente dos equipamentos e das mãos é fundamental para impedir que os microrganismos se proliferem e causem infecções.
Se enfrentar a preguiça de ir à academia já é um desafio para muitos, uma situação pode desestimular até os maiores fãs de exercício: os equipamentos molhados de suor. Além de despertar incômodo, a presença constante do suor nas superfícies também favorece a contaminação.
De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), as práticas de limpeza e desinfecção realizadas nas academias não são suficientes para evitar a contaminação cruzada entre os usuários.
A pesquisa mapeou também os equipamentos mais infectados:
- Hack para agachamento;
- Barra para agachamento;
- Leg press;
- Halteres;
- Voador (equipamento para treino de peitoral).
André Alvim, professor de enfermagem da UFJF e um dos autores do estudo, explica que o contato frequente das mãos e de partes do corpo que suam muito com os aparelhos favorece a contaminação.
"Na academia a gente lida com o invisível, com microrganismos, bactérias e fungos que têm facilidade para se reproduzir nesse ambiente", analisa Alvim. O pesquisador ainda complementa que micose, gripe e diarreia estão entre as doenças com maior risco de serem contraídas na academia.
Para evitar esses problemas, é fundamental adotar algumas práticas:
- Levar uma toalha para cobrir os equipamentos antes de usá-los.
- Higienizar os aparelhos com álcool antes e após o uso.
- Lavar bem as mãos com água e sabão após os exercícios.
- Evitar tocar o rosto durante os treinos.
- Usar roupas limpas a cada sessão de treino.
Seguir essas orientações pode ajudar a manter a saúde em dia e garantir que a experiência na academia seja mais segura e agradável.

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