Uma moradora de Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais, conquistou na Justiça o direito de receber uma pensão alimentícia provisória de R$ 423,60 para o cachorro que criou com o ex-marido.
O valor, que corresponde a 30% do salário mínimo, será utilizado para cobrir os custos do tratamento das doenças do animal, que sofre de insuficiência pancreática exócrina — uma condição que afeta o pâncreas e exige cuidados especiais.
Ao recorrer à Justiça, a mulher afirmou que o cachorro foi adquirido durante o casamento, e que, após a separação, ele permaneceu sob sua tutela. Sem filhos, o animal se tornou parte essencial da vida do casal, reforçando os laços familiares, agora reconhecidos judicialmente.
O juiz Espagner Wallysen Vaz Leite, da 1ª Vara Cível da Comarca de Conselheiro Lafaiete, destacou que o caso configura uma "relação familiar multiespécie", conforme conceito do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). Tal definição reconhece o vínculo afetivo e de responsabilidade entre humanos e seus animais de estimação.

Santa Fé do Sul Polícia Civil apreende mais de 223 gramas de maconha em residência em Santa Fé do Sul
Aparecida do Taboado Floriculturas de Aparecida do Taboado terão horário especial para o Dia de Finados
Paranaíba Mulher é conduzida à delegacia após denúncia de agressão em Paranaíba
Inocência Arauco inicia contratação de 20 profissionais formados para operações florestais em Mato Grosso do Sul