O despachante David Cloky Hoffaman Chita completou três meses foragido da Justiça, acusado de liderar um esquema de fraudes no Detran-MS (Departamento de Trânsito de Mato Grosso do Sul). Desde 12 de junho, quando a polícia tentou prendê-lo pela primeira vez, ele não foi localizado.
Uma investigação conduzida por Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado) revelou que David comandava um esquema de manipulação do sistema do Detran-MS, que teria gerado um lucro estimado em R$ 2 milhões. A Justiça já negou dois pedidos de habeas corpus feitos por sua defesa, o último no dia 3 de setembro.
Em julho, o Tribunal de Justiça já havia recusado outro pedido de liberdade do despachante, destacando o fato de ele estar foragido desde o início das operações. A polícia foi informada por um enteado de David que ele estaria no estado de São Paulo, sem indicar o município.
A defesa de David, representada pelo advogado Wilson Tavares, não respondeu às críticas da reportagem. O espaço segue aberto para manifestações futuras.
O caso segue em investigação, com possíveis desdobramentos relacionados a outras pessoas envolvidas no esquema de fraudes.

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