A Justiça de Mato Grosso do Sul manteve a prisão preventiva da ex-presidente da Santa Casa de Campo Grande, acusada de envolvimento em um esquema de corrupção no hospital. A decisão foi tomada pela 5ª Vara Criminal de Campo Grande, que rejeitou os pedidos de revogação da prisão, aplicação de medidas cautelares alternativas e substituição da custódia por prisão domiciliar.
A advogada, de 71 anos, foi presa durante a Operação Antidotum, deflagrada em 11 de setembro pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc). A investigação apura irregularidades envolvendo o maior hospital de Mato Grosso do Sul.
A ré responde por organização criminosa, sete acusações de peculato e falsidade ideológica. Os crimes constam na denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).
Segundo o MPMS, a advogada teria ocupado posição de liderança no esquema investigado. A denúncia aponta que ela controlaria as contratações e as informações repassadas aos órgãos responsáveis pela fiscalização.
O órgão também atribui à acusada poder de decisão sobre os principais assuntos relacionados ao funcionamento do suposto esquema. As acusações ainda serão submetidas à análise judicial, conforme o andamento do processo criminal.
Com a decisão da 5ª Vara Criminal, permanecem válidas as medidas de prisão preventiva impostas à ré. Os pedidos apresentados pela defesa não foram acolhidos pela Justiça.
Capital Briga de vizinhos termina com homem morto em Campo Grande
CAMPO GRANDE Secretário diz que já tapou 80 mil buracos e promete avançar no recapeamento
TUMULTO Quebra de placa em protesto leva Câmara a encerrar sessão sobre tapa-buracos
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA GCM resgata mulher mantida em cárcere privado e imobilizada com mata-leão