'Sabadão tem baile': Pelo whats, festas clandestinas são marcadas ignorando a pandemia

'A ideia é afrontar': grupos esperaram divulgação do toque de recolher para marcarem festa após o horário proibido

13 MAR 2021Por Midiamax08h50

“Revoada”, “offzinho”, “clandestino”, não importa como se chamam: as festas clandestinas, regadas a bebidas e frequentadas por jovens campo-grandenses, se tornaram algo comum durante a pandemia e, com as restrições, uma vertente igal do entretenimento na Capital.

Desde a chegada da pandemia, as primras proibições foram relacionadas a aglomerações e festas, afetando boates, casas de show, bares e diversos comércios dos seguimentos. Meses depois ocorreu o surgimento dos “clandestinos”.

Festas realizadas por jovens, com entradas acessívs e bebidas baratas – muitas vezes de baixa qualidade e procedência duvidosa – mas cumprem o seu papel: “dxar louco”, como os frequentadores dizem. 

Esses eventos, em grande parte realizados sem autorização sanitária, possuem características comuns na organização, convite e realização, com o objetivo de burlar a fiscalização municipal.

Fácil acesso

Para realização da matéria, a reportagem se passou por um interessado no “rolê clandestino”, os convites são enviados através de grupos ou listas de transsões em aplicativos de mensagens, não é preciso ir muito longe para conseguir um contato que irá conseguir um “convite”.

Apesar da palavra “convite”, não é necessário um papel ou algo do tipo para adentrar no local, a única barrra é descobrir um local. Para isso entramos em contato, através do WhatsApp, com três números.

Um organizador de eventos antes da pandemia, os outros dois, contatos disponívs em redes sociais para duvidas relacionadas a supostos eventos que deveriam ocorrer nos próximos meses. 

Basta algumas mensagens para conseguir o flyer (panfto) digital sobre o evento. Como é possível ver abaixo, as informações necessárias estão todas expostas: entrada das 22h às 00h, mulheres não pagam, para homens a entrada custa R$ 15,00.

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