Informações extra-oficiais dão conta de que médico brasileiro não teria recebido a vacina em testes, mas um placebo
A morte de um médico brasileiro de 28 anos, voluntário das pesquisas da Universidade de Oxford para o desenvolvimento de uma vacina, repercutiu na Inglaterra. A versão brasileira do portal de notícias do Reino Unido, BBC, publicou que o voluntário brasileiro não teria a vacina real durante os testes, mas somente um placebo – substäncia neutra que é aplicada em um parte dos voluntários paralelamente à vacina em testes – para comparar os resultados entre o fármaco real e uma substância sem efeitos para o organismo.
A universidade britânica foi rápida ao confirmar que os estudos não serão interrompidos. A pesquisa para desenvolvimento da vacina de Oxford está entre as mais de estágio mais avançado no momento é gera grande expectativa no Reino Unido.
Nem a instituição e nem o laboratório Astrazeneca deram detalhes sobre o caso. Ambos disseram apenas que, após uma cuidadosa análise do caso, não foram encontrados problemas de segurança na pesquisa.


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