Construção de fábrica em Ribas do Rio Pardo deve empregar 10 mil em julho

Quando a fábrica estiver concluída empregará mais de 3 mil pessoas

17 MAR 2022 Por Paulo de Camargo Fernandes 20h36

A construção da fábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo segue em ritmo acelerado e deverá empregar 10 mil funcionários já em julho deste ano.

A informação foi repassada ao governador Reinaldo Azambuja nesta quinta-feira (17) pelo presidente da Suzano, o CEO Walter Schalka, e pelo diretor Luis Bueno.

Além da geração de empregos, Governo do Estado e Suzano têm um compromisso de investimentos em diversas áreas em Ribas do Rio Pardo, como saúde, educação, infraestrutura logística e segurança pública.

“ Ribas do Rio Pardo vive um crescimento econômico com a instalação dessa fábrica e, para absorver todo esse investimento, vamos continuar estruturando as áreas, asfaltando a MS-338 e a estrada da usina, construindo novas salas de aula, entregando viaturas para a Polícia Militar e investindo no Corpo de Bombeiros Militar. Já a ampliação da área de saúde vai contar com a construção de um hospital pela Suzano e a estruturação pelo governo”, contou Reinaldo Azambuja. 

Os investimentos da Suzano consolidam o Mato Grosso do Sul como maior produtor e exportador de celulose do País, com 27% do mercado.

Reinaldo Azambuja também apresentou à Presidência da Suzano o projeto de revitalização da Malha Oeste, que poderá ser importante para o escoamento da celulose.

A construção da nova fábrica de celulose da Suzano em Ribas do Rio Pardo representa um investimento de R$ 19,3 bilhões, sendo R$ 14,7 bilhões na parte industrial e R$ 4,6 bilhões nas atividades florestais, na estrutura logística e em outras iniciativas previstas em projetos dessa natureza. 

O complexo entrará em operação no segundo semestre de 2024. Durante o pico de construção da unidade, devem ser gerados aproximadamente 10 mil empregos diretos, além de milhares de empregos indiretos. Depois de concluída a obra, a nova fábrica empregará cerca de 3 mil pessoas entre colaboradores próprios e terceiros. 

Referência mundial na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, a Suzano afirma que o projeto Cerrado é o mais eficiente da companhia em função do baixo nível de emissão de carbono previsto após o início de operação.  A capacidade de produção após o início das operações será de 13,45 milhões de toneladas de celulose e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano.

Também participou da reunião com a Suzano o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Rocha.

 

 

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