Modelo de gestão em MS ataca problemas pela raiz, diz Gerson Claro

Governador em exercício destaca tratamento conceitual que Azambuja e Riedel dão ao social, ao econômico e ao sustentável

28 DEZ 2023 Por Edson Moraes 14h34

Em entrevista nesta quarta-feira, 28, à Rede Jota FM, o deputado estadual Gerson Claro (PP), presidente da Assembleia Legislativa (Alems) e governador em exercício, disse que a curta experiência de seis dias na chefia do Executivo é honrosa e coroa uma vida de lutas, porém ressalvou: "Estou numa investidura constitucional, prevista no regime democrático, o que não reduz a responsabilidade e impõe um olhar ainda mais apurado no papel que exerço sob a confiança do gestor titular e da sociedade", frisou.

Gerson Claro foi entrevistado durante o Programa "Ronda do MS", pelo apresentador, Nelson Feitosa, e pelo jornalista Edson Moraes. Em tom descontraídop, mas com segurança e simplicidade, o dirigente detalhou as conquistas que o Estado vem realizando por meio dos governos de Reinaldo Azambuja (2015-2022) e do atual, de Eduardo Riedel, ambos do PSDB. "O tratamento conceitual destas duas gestões prioriza a evolução humana, tanto a social como econômica, pela via do desenvolvimento sustentável", disse.

Foram mais de 40 minutos de perguntas, respostas e participações de ouvintes de diversos municípios, entre os quais os prefeitos André Nezzi (PSDB), de Caarapó; Vanda Camilo (PP), de Sidrolândia; e Guga Barbosa (PSDB), de Novo Horizonte do Sul. Também se manifestaram por telefone várias lideranças e autoridades, como o superintendente estadual da Pesca, Júlio Buguello; os vereadores de Aparecida do Taboado, o presidente da Câmara Municipal, Jucleber Queiroz, e Marcinho da Saúde. 

RECORTES DE GESTÃO - Segundo Gerson Claro, o sucesso de Mato Grosso do Sul na resposta a importantes demandas da sociedade está em recortes de gestão, como o planejamento estratégico, o controle financeiro e fiscal, o viés municipalista e o direcionamento irremovível para o progresso com sustentabilidade. "Em Mato Grosso do Sul, e isto vem sendo atestado pelos indicadores oficiais, os problemas são atacados pela raiz. Os investimentos estão aí, tanto do Estado como nas parcerias com o governo federal", salientou. 

"Além dos programas socialmente inclusivos, como o Mais Social, cujo benefício por família saltou de R$ 350,00 para R$ 450,00, e as linhas de auxílio a várias categorias profissionais afetadas pela pandemia, tivemos políticas publicas resolutivas para atrair investimentos e gerar empregos, a regularidade no pagamento dos salários e de compromissos inadiáveis, tudo isto coincidendo com o ingresso do Estado no mapa dos empreendimentos de grande porte, como as fábricas de papel e celulose e a Rota Bioceânica", descreveu.

Ao completar estas descrições, Gerson Claro enfatizou a importância e o ineditismo de um ato históirico, que foi a Lei do Pantanal, proposta pelo governador Eduardo Riedel e aprovada pelos deputados estaduais. "Trata-se de um mecanismo institucional que além de proteger as riquezas pantaneiras vai assegurar o aproveitamento racional e adequado de suas potencialidades econômicas, como a do turismo. E mais: esta lei inspira semelhante proteção aos outros biomas do nosso território, o Cerrado e parte da Mata Atlântica".

Leia Também