Justiça decreta prisão preventiva de Gusttavo Lima

A investigação aponta que, em setembro de 2024, o avião ligado a Gusttavo Lima, retornou ao Brasil sem os foragidos a bordo, sugerindo que eles teriam permanecido na Europa para evitar a prisão

23 SET 2024 Por Redação Sidrolândia 19h56

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretou, nesta segunda-feira (23), a prisão preventiva do cantor Gusttavo Lima, como parte da Operação Integration, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro. A influenciadora Deolane Bezerra também foi presa durante a operação. A decisão judicial acusa Lima de “conivência com foragidos” e cita uma viagem que ele teria feito com os investigados José André e Aislla de Goiânia para a Grécia. Segundo a juíza Andrea Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal do Recife, o cantor teria dado abrigo a foragidos da Justiça.

A investigação aponta que, em setembro de 2024, o avião de matrícula PS-GSG, ligado a Lima, retornou ao Brasil sem os foragidos a bordo, sugerindo que eles teriam permanecido na Europa para evitar a prisão. No decorrer da operação, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu uma aeronave de Gusttavo Lima no aeroporto de Jundiaí. O advogado do cantor, Cláudio Bessas, afirmou que o avião havia sido vendido para a empresa J.M.J Participações, embora a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ainda registrasse a propriedade em nome da Balada Eventos e Produções, empresa de Lima.

Em resposta, o cantor usou as redes sociais para afirmar que não tinha relação com o avião apreendido e que a venda da aeronave havia ocorrido no ano anterior. Ele também defendeu sua integridade, ressaltando que sempre pautou sua vida pela honestidade. A decisão judicial também ordenou a prisão de outro suspeito, Bóris Maciel Padilha, além da suspensão de passaportes e licenças de porte de armas dos envolvidos.

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