Maioria dos deputados estaduais de MS deve disputar reeleição em 2026

Apenas três parlamentares avaliam concorrer à Câmara Federal

02 JAN 2026 Por Toni Feitosa - DRT 1006 12h49

A maior parte dos deputados estaduais de Mato Grosso do Sul deve tentar a reeleição nas eleições deste ano. Dos 24 parlamentares com mandato na Assembleia Legislativa, apenas três avaliam disputar vagas na Câmara dos Deputados, enquanto os demais concentram esforços para permanecer no Legislativo estadual.

No PSDB, a tendência é de manutenção de cinco nomes na disputa pela reeleição. Apenas uma parlamentar deve deixar a Assembleia para concorrer a cargo federal. Entre os atuais tucanos, há expectativa de redução da bancada, com possíveis mudanças de filiação.

No MDB, os três deputados estaduais devem buscar mais um mandato, embora um deles demonstre insatisfação com a sigla e avalie mudança partidária antes do pleito.

A bancada do PT também sinaliza unidade, com seus três parlamentares confirmando intenção de disputar a reeleição.

No PL, o cenário é mais indefinido. Um dos deputados avalia candidatura ao Governo do Estado, possivelmente por outra legenda, enquanto outro já se coloca como pré-candidato à Câmara Federal.

O PP mantém dois parlamentares. O presidente da Assembleia admite a possibilidade de disputar o Senado, condicionada a negociações internas, enquanto o colega de legenda caminha para mais uma reeleição, ampliando uma trajetória eleitoral histórica.

Dois deputados atualmente sem partido devem definir nova filiação durante a janela partidária do próximo ano para viabilizar a reeleição.

Outros parlamentares, filiados a PSD, PSB, Republicanos, Podemos e União Brasil, também se colocam como pré-candidatos à recondução ao cargo. Há ainda movimentações que podem alterar a composição da Assembleia, como a eventual candidatura federal de um deputado, abrindo espaço para a suplência, além de desfiliações motivadas por divergências regionais e alianças majoritárias.

O quadro indica uma eleição marcada pela busca da continuidade, mas também por rearranjos partidários que devem redesenhar o tabuleiro político estadual nos próximos meses.

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