Mato Grosso do Sul começou 2026 com aumento significativo de casos prováveis de dengue e chikungunya. Os dados constam no boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (15) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Os números superam os registrados no início do ano passado.
Na primeira semana epidemiológica de 2026, foram notificados 132 casos prováveis de dengue. Desse total, dois foram confirmados laboratorialmente. As confirmações ocorreram nos municípios de Cassilândia e Chapadão do Sul.
Sidrolândia aparece como o município com maior número de casos prováveis de dengue. A cidade soma 22 notificações na primeira semana do ano. Maracaju registra 15 casos prováveis.
Três Lagoas e Sete Quedas aparecem na sequência do levantamento. Cada um dos municípios contabiliza nove casos prováveis de dengue.
Entre os municípios com cobertura da Rádio Jota FM, Cassilândia e Caarapó registraram cinco casos prováveis cada. Ivinhema aparece com três notificações. As informações constam no boletim estadual.
Aparecida do Taboado, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Glória de Dourados e Selvíria não registraram casos de dengue. Os municípios seguem sem notificações neste início de ano. O cenário pode se alterar com novas atualizações.
O volume de registros chama atenção quando comparado ao início de 2025. Na primeira semana epidemiológica do ano passado, foram contabilizados 58 casos prováveis de dengue. Em 2026, o número mais que dobrou no mesmo intervalo.
Chikungunya
Na primeira semana epidemiológica de 2026, a chikungunya somou 131 casos prováveis. Dois casos foram confirmados oficialmente. As confirmações ocorreram em Jardim e Chapadão do Sul.
Sidrolândia lidera novamente o número de casos prováveis de chikungunya. O município registra 24 notificações no período. Maracaju aparece em seguida, com 15 casos.
Sete Quedas ocupa a terceira posição no levantamento estadual. A cidade contabiliza nove casos prováveis de chikungunya. Os dados indicam repetição do padrão observado na dengue.
Nos municípios atendidos pela Rádio Jota FM, Cassilândia soma cinco casos prováveis de chikungunya. Ivinhema registra três notificações. Caarapó aparece com um caso.
As demais cidades da área de cobertura não registraram ocorrências da doença. O boletim não aponta casos em Aparecida do Taboado, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Glória de Dourados e Selvíria. A ausência de registros não descarta risco de transmissão.
A comparação com o início de 2025 evidencia a aceleração dos casos de chikungunya. No mesmo período do ano passado, foram 28 casos prováveis. Em 2026, o número chegou a 131, um aumento de 368%.

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