Execuções acontecem em bairros residenciais e população de Ponta Porã (MS), fronteira com Pedro Juan Caballero, no Paraguai, está assustada. Polícia Federal afirma que vítimas caem em emboscadas de suspeitos com armas de grosso calibre.
Com cerca de 30 mortes registradas este ano na fronteira com o Paraguai, entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero (Paraguai), a polícia já traçou um cenário das execuções: são bairros residenciais, com movimentação grande de pessoas, em que o risco de atingir inocentes é iminente, conforme a polícia.
Na maioria dos casos, as vítimas caem em emboscadas, surpreendidas por suspeitos com armas de grosso calibrem, segundo a polícia. Muitos utilizam carros blindados e conseguem escapar ilesos.
Segundo o promotor do Ministério Público do Paraguai, brasileiros também estariam envolvidos na disputa pelo domínio do tráfico na região, e são maioria entre as mortes registradas:
"Estamos vendo muitos cidadãos brasileiros que vivem aqui e que estão ligados a este tipo de crime e terminam sendo executados ou cometendo homicidios ou refugiando aqui em Pedro Juan ou Ponta Porã, comentou o promotor Armando Cantero Fassino.
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