Cursinhos fazem operação de guerra para preparar candidatos do 'Enem dos Concursos'

O objetivo: preparar os alunos para o maior certame do país, sobre o qual pouco se sabia.

28 JAN 2024 Por Redação Ap.Taboado 04h10

Desde que começaram a circular as primeiras notícias sobre a criação de um concurso público nacional unificado, os cursinhos preparatórios entraram em uma “operação de guerra”. O objetivo: preparar os alunos para o maior certame do país, sobre o qual pouco se sabia.
O burburinho começou em agosto, um mês antes de o MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) dar algumas pistas do que viria a ser o CNU (Concurso Nacional Unificado), cujas inscrições abriram no dia 19.


À época, o que se sabia era que o governo federal planejava promover uma forma de seleção semelhante ao Enem, reunindo todas as vagas para o serviço público em uma mesma prova.’
O desafio, porém, estava no “como”. Concursos são conhecidos pelo alto grau de especificidade e, até aquele ponto, não se sabia a viabilidade de reunir questões de instituições públicas totalmente distintas em uma mesma avaliação.
Ao todo, como foi posteriormente anunciado, serão 6.640 vagas para 21 órgãos ligados ao governo federal, como ministérios e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A solução criada pelo MGI foi dividir o concurso em oito blocos temáticos -cada um com seu próprio edital-, de forma a agrupar conteúdos similares e direcionar candidatos com vocação para certas áreas, mantendo a possibilidade de disputar mais de uma vaga em um mesmo bloco.

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