O Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e a ANA (Agência Nacional das Águas) formalizaram um plano de ações para melhorar a gestão dos recursos hídricos em Mato Grosso do Sul. Entre as propostas está a cobrança pelo uso da água nas bacias dos rios Paranaíba, Santana e Aporé até 2027, abrangendo quatro municípios.
O estudo antecede o decreto de escassez hídrica, em vigor desde 14 de maio, e inclui estratégias de controle e fiscalização do uso da água. Em estados onde a cobrança já é feita, o valor é determinado pela quantidade de água captada ou efluente lançado.
A UGH Santana-Aporé é a única unidade de gestão hídrica da bacia do rio Paranaíba em Mato Grosso do Sul, abrangendo Aparecida do Taboado, Cassilândia, Chapadão do Sul e Paranaíba. A (Agência Nacional das Águas) ANA destaca que a cobrança não é um imposto, mas uma remuneração pelo uso da água. O valor é estabelecido com a participação de usuários, sociedade civil e poder público, com base no princípio de que quem usa e polui mais, paga mais.
A integração de dados e a cooperação transfronteiriça para a gestão sustentável da Bacia do Alto Paraguai também fazem parte do plano. A reportagem aguarda respostas da Sanesul e do Imasul sobre o impacto da cobrança no abastecimento das cidades.

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