O projeto social de Jiu-Jitsu que vem transformando a vida de jovens em Cassilândia pode estar com os dias contados. Um impasse entre o representante do projeto e a prefeitura municipal ganhou repercussão nas redes sociais nos últimos dias, levantando preocupações sobre o futuro da iniciativa esportiva.
O trabalho, coordenado pelo sensei Guilherme, de Itarumã (GO), conquistou importantes resultados para os atletas cassilandenses nos últimos anos, acumulando troféus e medalhas em competições. Os treinos ocorriam no prédio do Sopão, anexo ao Pronav, na Vila Pernambuco, espaço que já não está mais disponível para os praticantes.
Segundo a atual administração, é necessário regulamentar uma lei para viabilizar a licitação e garantir a continuidade legal do projeto. No entanto, declarações feitas pelo prefeito Rodrigo Freitas nas redes sociais — incluindo a frase “podemos deixar tudo como está” — foram interpretadas por muitos como um possível encerramento do apoio por parte do poder público.
A situação tem gerado indignação entre atletas, pais e apoiadores do projeto, que veem na iniciativa uma oportunidade de inclusão social, disciplina e desenvolvimento para os jovens da cidade.
A continuidade do Jiu-Jitsu em Cassilândia agora depende de uma solução administrativa e da vontade política de manter viva uma das iniciativas esportivas mais bem-sucedidas do município.

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