A situação foi descoberta durante o cruzamento de dados realizado pelo TRE-MS, que encontrou coincidências em nomes, informações pessoais, fotografias, assinaturas e, principalmente, em oito das dez impressões digitais analisadas.
Um dos registros pertence a um eleitor de Inocência. Apesar das suspeitas, a Justiça conseguiu contato com o cidadão por meio de WhatsApp.
Atualmente morando em Laranjal do Jari, no Amapá, ele enviou documentos pessoais e confirmou os dados cadastrados junto à Justiça Eleitoral.
Após a verificação, o juiz eleitoral Pedro Gonçalves Teixeira decidiu manter a inscrição eleitoral do cidadão. No entanto, diante das evidências encontradas, determinou o encaminhamento completo do processo ao Ministério Público Eleitoral para apuração de eventual crime relacionado aos cadastros eleitorais.
O caso chama atenção pelo alto grau de semelhança entre os registros, incluindo a coincidência de oito impressões digitais, fato considerado incomum e suficiente para levantar suspeitas sobre a regularidade das inscrições eleitorais. A investigação agora ficará sob responsabilidade do Ministério Público Eleitora



Após a verificação, o juiz eleitoral Pedro Gonçalves Teixeira decidiu manter a inscrição eleitoral do cidadão.imagem de internet
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