O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) de Caarapó está intensificando a divulgação da campanha Junho Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento ao feminicídio. A iniciativa busca sensibilizar a população sobre a importância da prevenção da violência contra a mulher, além de incentivar denúncias e promover a cultura do respeito e da proteção à vida.
Com o tema voltado à informação e à conscientização, a campanha destaca que o combate ao feminicídio é uma responsabilidade de toda a sociedade. A ação enfatiza que a informação salva vidas, que a prevenção começa pela conscientização e que denunciar situações de violência é um ato de coragem e cuidado.
Uma peça divulgada pelo CMDM traz mensagens de alerta e reflexão, reforçando que o respeito não tem desculpas e que a violência contra a mulher é crime. O objetivo é mobilizar a comunidade para identificar sinais de violência, apoiar vítimas e contribuir para a construção de uma sociedade mais segura e igualitária.
O Conselho também lembra que mulheres em situação de violência podem buscar ajuda por meio dos canais oficiais de denúncia. O telefone 180 funciona como Central de Atendimento à Mulher, oferecendo orientação e encaminhamento para os serviços de proteção. Já o número 190 pode ser acionado em situações de emergência por meio da Polícia Militar.
De acordo com o CMDM, a participação da população é fundamental para romper o ciclo da violência e prevenir casos extremos que possam resultar em feminicídio. A campanha reforça que denunciar pode salvar vidas e que o silêncio jamais deve ser uma opção diante de qualquer forma de agressão.
Durante todo o mês de junho, o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher seguirá promovendo ações de conscientização para fortalecer a rede de proteção às mulheres e ampliar o debate sobre a prevenção da violência de gênero em Caarapó.
“Diga não. Salve vidas.” Esse é o principal chamado da campanha Junho Lilás, que convida toda a comunidade a se unir no enfrentamento ao feminicídio e na defesa dos direitos das mulheres.

A participação da população é fundamental para romper o ciclo da violência e prevenir casos extremos que possam resultar em feminicídio.
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