Ministro assina termo sobre agrotóxicos e inclui aldeia de Caarapó em plano de gestão

Neste domingo (17), às 10h, o ministro dos Povos Indígenas estará na Escola Mbo'eroy Guarani Kaiowá, em Amambai

18 MAI 2026Por Wanderley Ferreira 06h26
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O Ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, cumpre agenda neste fim de semana em Mato Grosso do Sul. O compromisso inclui a assinatura de TED (Termo de Execução Descentralizada) com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para reduzir o uso de agrotóxicos em territórios indígenas e entrega dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental de 6 territórios dos Guarani e Kaiowá.

Neste sábado (16), às 10h, Eloy Terena estará em Dourados para assinar o termo com a Fiocruz. O ato será na Faculdade Intercultural Indígena da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), na Cidade Universitária.

Conforme o Ministério dos Povos Indígenas, a ação com a Fiocruz integra as estratégias do Gabinete de Crise, criado para enfrentar violações de direitos humanos do povo Guarani e Kaiowá na região sul de Mato Grosso do Sul.

Há quase 2 anos, o Gabinete de Crise coordena ações interinstitucionais de fiscalização contra o uso irregular de agrotóxicos em terras indígenas do sul de MS. Segundo a assessoria de Eloy Terena, a nova parceria amplia a resposta à contaminação, aliando saúde ambiental e cuidado com os territórios.

Amambai – No domingo (17), às 10h, o ministro dos Povos Indígenas estará na Escola Mbo’eroy Guarani Kaiowá, na Rua Sete de Setembro, no Centro de Amambai.

No local, vai apresentar os Planos de Gestão Territorial e Ambiental de 6 Terras Indígenas – Pyelito Kuê (Iguatemi), Yvy Katu (Japorã), Ñanderu Ru Marangatu (Antônio João), Kurusu Amba (Coronel Sapucaia), Amambai e Guyraroká (Caarapó).

De acordo com Eloy Terena, os planos marcam avanço inédito na implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas na região.

A elaboração é resultado do Programa Teko Porã, viabilizado por meio de um Termo de Execução Descentralizada entre o ministério e o IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul). Os planos foram desenvolvidos em conjunto com as comunidades de 51 áreas habitadas pelo povo no cone sul de MS.

 

campograndenews/portaldacidade

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