Sumara Leal, vereadora de Cassilândia (PDT), registrou uma ocorrência por perseguição, alegando ser alvo do presidente da Câmara e mais três vereadores após denunciar violência política de gênero.
Em pronunciamento na Assembléia Legislativa, detalhou o assédio sofrido, incluindo comentários depreciativos do presidente da Câmara, Arthur Barbosa Souza Filho (União Brasil), que foi processado por violência política de gênero.
Sumara relata ter sido perseguida em viagem de Campo Grande a Cassilândia, além de sofrer tentativas de difamação por suposto transporte ilegal de passageiros. A vereadora expressou medo e desconforto, ressaltando a gravidade da violência política de gênero e o impacto na representatividade feminina na política.

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