O Hospital Regional Olga Castoldi Parizotto passa a oferecer exames de ressonância magnética nesta semana. A unidade iniciou a operação do novo setor com atendimento a pacientes do SUS. A medida amplia a capacidade de diagnóstico na região sul do Estado.
A previsão é de aproximadamente 480 exames por mês. O serviço deve alcançar moradores de 34 municípios da macrorregião. A estimativa é atender uma população de cerca de 900 mil pessoas.
O exame permite a obtenção de imagens detalhadas do corpo humano. O método é utilizado para diagnóstico e acompanhamento de doenças. A tecnologia também auxilia no planejamento de tratamentos médicos.
Antes da implantação, pacientes precisavam ser encaminhados para outras cidades. O deslocamento ocorria principalmente para Campo Grande. Esse processo gerava demora no início de tratamentos.
Com a nova estrutura, os atendimentos passam a ocorrer no próprio hospital. A mudança reduz o tempo entre consulta e exame. A medida também facilita o acesso para moradores do interior.
O primeiro paciente atendido realizou o exame para acompanhamento de problema na coluna. Ele relatou dificuldades de locomoção e aguardava procedimento cirúrgico. “Estou aguardando a cirurgia há bastante tempo, e agora tenho esperança que dê certo após o exame”, afirmou.
Outra paciente destacou o acesso ao exame pelo sistema público. Ela informou que já havia realizado o procedimento em clínica particular. “Fico muito feliz não só por mim, mas pelos outros pacientes também, por terem acesso a um exame complexo e caro, sem precisar pagar nada”, disse.
A unidade também registrou casos com rápida liberação para o procedimento. Pacientes foram chamados poucas semanas após consulta. A realização no mesmo local foi apontada como fator que agiliza o atendimento.
O serviço integra a estratégia de regionalização da saúde no Estado. O modelo busca descentralizar atendimentos especializados. A proposta é evitar transferências desnecessárias entre municípios.
De acordo com a gestão hospitalar, a oferta do exame reduz atrasos em casos cirúrgicos. Antes, o tempo de espera podia chegar a dois meses. Com a nova estrutura, a expectativa é acelerar diagnósticos e tratamentos.
O hospital passa a atuar como referência em exames de alta complexidade. A ampliação do serviço atende demanda antiga da rede pública. A unidade segue responsável pelo atendimento regional em diversas especialidades.



Previsão é realizar até 480 exames de ressonância magnética todos os meses, beneficiando pacientes de 34 municípiosFoto: Victor Arguelho
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