Polícia investiga venda de diplomas falsos em Bataguassu e Santa Rita do Pardo

Certificados de conclusão do ensino médio teriam sido vendidos por meio de pagamentos via Pix sem exigência de aulas ou provas, segundo investigação da Polícia Civil

27 MAI 2026Por Redação Jota FM14h26
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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul apura um esquema de falsificação de diplomas e certificados de conclusão do ensino médio com possíveis envolvidos em Bataguassu e Santa Rita do Pardo. As investigações começaram após uma escola estadual identificar irregularidades em documentos apresentados por estudantes. O caso envolve suspeitas de comercialização de certificados emitidos sem frequência escolar ou realização de avaliações.

Segundo a investigação, os interessados faziam contato com um homem que oferecia a emissão dos documentos mediante pagamento via Pix. Após a negociação, os compradores recebiam certificados e históricos escolares supostamente falsificados. A Polícia Civil apura agora a origem dos documentos e quem seria responsável pela produção do material.

Durante as diligências, os policiais apreenderam certificados suspeitos, históricos escolares e comprovantes de transferências bancárias ligadas às negociações. Os investigadores também identificaram indícios da participação de outras pessoas na intermediação dos contatos e na movimentação financeira do esquema. Parte dos envolvidos seria maior de idade.

A polícia suspeita que mais pessoas tenham adquirido documentos semelhantes nas duas cidades. Os investigadores tentam identificar a quantidade de certificados emitidos e se houve utilização dos documentos para ingresso em instituições de ensino superior ou obtenção de empregos. A análise do material apreendido deve auxiliar no rastreamento dos responsáveis.

O caso segue sob investigação para esclarecer a estrutura da possível organização criminosa envolvida na falsificação e comercialização dos diplomas. A Polícia Civil também trabalha para identificar todos os compradores e intermediadores ligados ao esquema. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre prisões relacionadas ao caso.

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