A Lei n. 7.440, apresentada pela vereadora Ana Portela (PL), foi sancionada pelo Poder Executivo e entra em vigor em Campo Grande. A proposta garante a fisioterapia de reabilitação para mulheres que passaram pela mastectomia como forma de reduzir sequelas da cirurgia. O atendimento será disponibilizado na rede pública de saúde.
A iniciativa também prevê que o atendimento seja compatível com o quadro clínico de cada paciente. A vereadora Ana Portela reforçou que a proposta atende uma pauta urgente da saúde das mulheres e assegura um tratamento necessário em um momento delicado da vida dessas pacientes.
“Recebemos muitos relatos de mulheres que passam pelo procedimento e ficam sem a reabilitação, sentindo dor e limitações por meses. Essa proposta nasce da escuta e do nosso compromisso com a saúde das mulheres”, afirmou a vereadora.
Recuperação física e emocional
A mastectomia — cirurgia para retirada total ou parcial das mamas, geralmente decorrente do tratamento contra o câncer de mama — pode trazer sequelas físicas como limitações nos movimentos, dor crônica, linfedema (inchaço no braço) e impactos na postura. A reabilitação por meio da fisioterapia ajuda a reduzir essas complicações e permite que a paciente retome suas atividades.
De acordo com a proposta, a fisioterapia deverá ser oferecida de forma individualizada, com técnicas definidas por profissionais da saúde conforme cada caso. A lei também autoriza o município a firmar parcerias e convênios com clínicas especializadas, ampliando o alcance e a efetividade do atendimento.
A partir da sanção, a expectativa da autora da proposta, vereadora Ana Portela, é de que o município inicie rapidamente a implantação da nova política pública.
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