Celebrado em 23 de janeiro, o Dia Internacional da Medicina Integrativa destaca uma abordagem de cuidado que une a medicina convencional a práticas complementares baseadas em evidências científicas, como meditação, técnicas de respiração, relaxamento, atenção plena e uso de fitoterápicos com segurança comprovada.
Na medicina integrativa, o paciente deixa de ser apenas receptor do tratamento e passa a ocupar papel ativo em seu processo de saúde e autocura. A proposta é olhar o indivíduo de forma ampla, considerando aspectos físicos, emocionais, sociais e espirituais, com o apoio de profissionais de diferentes áreas e formações.
Segundo a especialista em Acupuntura e membro da Comissão de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde do CRO-MG, Dra. Rafaella Aquino, essa visão também vem ganhando espaço na Odontologia. A abordagem integrativa busca compreender o paciente como um todo, respeitando seus valores, crenças e sua relação com o meio em que vive.
“O objetivo é identificar a causa do problema, e não apenas tratar sintomas. Dessa forma, conseguimos estimular novos hábitos e promover mais qualidade de vida e bem-estar”, explica a especialista.
Estudos científicos reforçam os benefícios da integração entre a medicina tradicional e as práticas integrativas. O crescimento do número de profissionais capacitados e a valorização dos conhecimentos tradicionais contribuem para consolidar essa abordagem como uma importante aliada na promoção da saúde.
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