Polícia Militar Rodoviária prendeu em flagrante por tráfico de droga e uso de documento falso um pintor, de 20 anos, em Presidente Epitácio (SP). Na bagagem que ele carregava como passageiro de um ônibus, a fiscalização encontrou 34 tabletes de maconha, que pesaram 19,133 quilos.
O veículo, que fazia o itinerário Ponta Porã (MS)–São Paulo (SP) e transportava 42 passageiros, foi abordado pela fiscalização no km 648 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270).
Durante a abordagem, o pintor, que é morador de Caarapó, apresentou “nervosismo incomum”, bem como respostas desencontradas a respeito dos motivos de sua viagem, o que instigou uma busca em seus pertences que resultou na localização da droga.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, o indiciado apresentou ainda um RG em nome de outra pessoa com a aparência de ter sido adulterado.
Em vistoria no bagageiro externo do ônibus, a fiscalização localizou uma mala de viagem de cor preta devidamente etiquetada dentro da qual estavam os 34 tabletes de maconha. Ao verificar o controle de embarque junto ao motorista, a fiscalização constatou que a referida bagagem pertencia ao RG falso.
Segundo a polícia, quando questionado sobre o entorpecente e o documento apresentado, o passageiro acabou confessando seu verdadeiro nome e que utilizou o RG falso para a compra da passagem.
O pintor declarou seus verdadeiros dados e afirmou ainda que reside em Caarapó e foi passear na casa de sua tia no município de Dourados (MS). Conforme a polícia, o homem contou que estava em um bar bebendo, quando uma pessoa desconhecida se aproximou e lhe ofereceu um trabalho ilícito, que consistiria em pegar uma mala com 15 quilos de maconha atrás de um supermercado, em Dourados (MS). Ele ainda levaria a mala para o município de Divinópolis (MG), onde a entregaria no Terminal Rodoviário a uma pessoa desconhecida e receberia a quantia de R$ 1 mil pelo serviço.
Diante do flagrante, o homem recebeu voz de prisão pelos crimes de tráfico de droga e uso de documento falso e a ocorrência foi apresentada na Delegacia da Polícia Civil, em Presidente Epitácio (SP).
O indiciado permaneceu em cárcere, no aguardo da audiência de custódia na Justiça, para posterior remoção a uma unidade prisional.
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