Na madrugada desta quarta-feira, uma operação da viatura força tática em Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, culminou na detenção de duas mulheres envolvidas no transporte ilegal de substâncias entorpecentes. O incidente, ocorrido por volta das 02h50min, teve lugar durante um bloqueio na entrada da cidade, na avenida Dorvalino dos Santos.
A ação teve início quando a equipe policial abordou um ônibus da Viação Cruzeiro do Sul, que fazia a linha de Ponta Porã a Campo Grande. Durante a abordagem, a atenção dos agentes foi direcionada para a poltrona 05, onde uma mulher demonstrou extrema nervosismo e respostas desconexas ao ser questionada.
Inicialmente, a suspeita alegou ter ido até uma cidade fronteiriça para se envolver em atividades sexuais remuneradas, porém, a equipe policial percebeu volumes suspeitos em seu corpo, além de um claro desconforto enquanto estava sentada. Após intensificação do questionamento, a mulher admitiu transportar drogas, alegando que um desconhecido ofereceu-lhe a quantia de R$ 800,00 para levar a mercadoria até a rodoviária de Campo Grande.
Durante a busca pessoal realizada por uma policial feminina da equipe, foram encontrados invólucros contendo drogas, os quais estavam escondidos nas laterais do tronco e nos seios da suspeita. No total, foram apreendidos dois tabletes e cinco porções menores, totalizando aproximadamente 2,135 kg de substância ilícita.
Além disso, uma segunda mulher que estava no ônibus e que cuidava de um bebê de 08 meses também foi submetida a uma busca pessoal, resultando na descoberta de três tabletes de substâncias análogas à maconha, totalizando cerca de 1,820 kg, escondidos nas mesmas regiões do corpo.
Diante da situação, o Conselho Tutelar de Sidrolândia foi acionado para tomar as devidas providências em relação ao bebê, ficando responsável pelo seu cuidado.
As duas mulheres foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis, enquanto suas bagagens foram entregues às autoridades competentes. Importante destacar que ambas foram entregues sem lesões corporais aparentes, e todos os seus direitos constitucionais foram mantidos, não havendo necessidade do uso de algemas durante a condução.

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