DOF intercepta raxixe marroquino durante bloqueio em Maracaju

Em Maracaju, policiais localizaram raxixe escondido em uma garrafa térmica e junto ao corpo de uma suspeita que seguia para Goiânia

13 FEV 2026 Por Ilze Santos 12h11

Mulher foi flagrada com droga em garrafa térmica e no corpo durante fiscalização na MS-164 com destino a Goiânia .Uma ação do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) resultou na apreensão de raxixe marroquino durante um bloqueio policial realizado na rodovia MS-164, em Maracaju, nas proximidades do distrito de Vista Alegre. A abordagem ocorreu no âmbito da Operação Protetor, que tem como foco o combate ao transporte de ilícitos na região.

Durante a fiscalização, a equipe URUCUM/DOF abordou um veículo Fiat Palio Weekend, de cor prata. O condutor informou aos policiais que trabalhava como motorista de aplicativo e que transportava dois passageiros, caracterizando a viagem como uma “carona paga”, intermediada pela plataforma.

No decorrer da entrevista, uma das passageiras chamou a atenção dos policiais ao demonstrar nervosismo excessivo, fala desconexa e dificuldade para justificar o motivo da viagem. Questionada, ela afirmou que teria ido visitar uma parente, mas não soube informar o nome da suposta familiar nem o local onde residia, o que levantou suspeitas.

Diante das contradições, a equipe decidiu aprofundar a vistoria e realizou a checagem das bagagens e pertences. Durante a revista, os policiais localizaram uma garrafa térmica contendo uma substância identificada como raxixe marroquino. Após o flagrante inicial, a passageira confessou que também transportava outras porções do entorpecente escondidas junto ao corpo.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Maracaju, onde, com o apoio de uma policial civil do sexo feminino, foi realizada a revista pessoal que confirmou a ocultação da droga. Após a pesagem, o material apreendido totalizou 2,1 quilos de raxixe marroquino.

A suspeita foi informada de seus direitos e relatou que recebeu o entorpecente de uma pessoa não identificada em uma lanchonete na cidade de Ponta Porã. Segundo seu depoimento, o destino final da droga seria Goiânia (GO), e ela receberia R$ 2 mil pelo transporte. O caso foi registrado e segue sob responsabilidade da Polícia Civil para as providências legais cabíveis.

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