A pesquisa mais recente do Procon Mato Grosso do Sul identificou variação de até 10,94% nos preços dos combustíveis em Campo Grande. O levantamento analisou 35 postos distribuídos pelas sete regiões administrativas da cidade. Os dados foram coletados entre os dias 12 e 13 de janeiro de 2026.
A maior diferença foi registrada na região do Imbirussu. No local, a gasolina comum paga no crédito apresentou variação de 10,94% entre os postos pesquisados. O resultado indica discrepâncias relevantes dentro de uma mesma área da Capital.
Outra variação expressiva ocorreu na região do Bandeira. O diesel S10 comum, também no pagamento a crédito, teve diferença de 9,58%. O percentual coloca a região entre as que apresentam maior oscilação de preços.
As menores variações foram identificadas nas regiões do Lagoa e do Segredo. No Lagoa, o diesel S500 comum à vista variou 0,67%. No Segredo, o mesmo combustível apresentou diferença de 1,70%.
O estudo passou a incluir um cálculo de economia estimada. O Procon considerou o abastecimento de 50 litros pelo menor preço encontrado em cada região. A metodologia permite mensurar o impacto financeiro da variação.
Com base nesse critério, a gasolina comum no crédito pode gerar economia de até R$ 32 no Imbirussu. No Bandeira, a diferença chega a R$ 25. No Prosa e no Anhanduizinho, a economia varia entre R$ 21 e R$ 22.
Nas regiões do Lagoa e do Segredo, a economia estimada para gasolina comum é de R$ 20. No Centro, a diferença registrada é menor, chegando a R$ 1,50. O dado indica maior equilíbrio de preços na área central.
Para o etanol comum no crédito, a maior variação foi observada no Lagoa. A economia pode alcançar R$ 15,50. No Segredo e no Bandeira, a diferença chega a R$ 15 e R$ 13, respectivamente.
Ainda no etanol, o Imbirussu e o Centro registraram economia de até R$ 12. No Anhanduizinho, o valor chega a R$ 11. No Prosa, a variação foi a menor, estimada em R$ 6.
Segundo o Procon-MS, a variação regional deve ser considerada pelo consumidor. A comparação permite identificar pontos mais vantajosos para abastecimento. A análise também reforça a importância da pesquisa prévia.
O levantamento avaliou cinco tipos de combustíveis e três formas de pagamento. Cada região administrativa teve cinco postos pesquisados. O GNV manteve estabilidade, com preço médio de R$ 4,62 nos últimos seis meses.
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