UFMS lança desafio para reaproveitar cigarros eletrônicos apreendidos

Concurso busca soluções sustentáveis para desmontagem, reciclagem e nova destinação de equipamentos retidos pela Receita Federal

12 JUL 2026Por Redação Jota FM07h00
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A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) abriu inscrições para um desafio de inovação que busca soluções para o reaproveitamento de cigarros eletrônicos apreendidos pela Receita Federal. A iniciativa pretende desenvolver alternativas para reduzir impactos ambientais causados pelo descarte desses equipamentos.

O projeto é realizado em parceria com a Alfândega da Receita Federal em Ponta Porã e vai selecionar 13 equipes da comunidade acadêmica. Os participantes deverão apresentar propostas para tratamento, desmontagem, reciclagem e reaproveitamento dos componentes dos dispositivos.

As inscrições para o Desafio UFMS Inovadora – Edição Receita Federal seguem abertas até 9 de agosto. A participação é gratuita e destinada a estudantes, professores e técnicos-administrativos da universidade.

As equipes devem ser formadas por três a seis integrantes, com pelo menos uma mulher e três estudantes. A organização também recomenda a participação de alunos de diferentes cursos para ampliar a diversidade das propostas.

Na primeira fase, os grupos apresentarão ideias iniciais que passarão por um período de mentoria. A etapa final do desafio está prevista para os dias 17 e 18 de setembro, em Campo Grande.

Segundo a UFMS, a proposta busca estimular soluções de economia circular para materiais que não podem ser comercializados após apreensões. Os projetos devem considerar alternativas que reduzam impactos ambientais, sociais e relacionados à saúde pública.

As três melhores equipes receberão premiações oferecidas pela Receita Federal. O grupo vencedor terá integrantes premiados com iPhones 17, enquanto o segundo colocado receberá iPhones 16 e o terceiro ganhará iPads.

A iniciativa faz parte de ações da Receita Federal para encontrar novas destinações para produtos apreendidos que não podem retornar ao mercado. Entre as alternativas já adotadas pelo órgão está o reaproveitamento de equipamentos eletrônicos transformados em computadores para escolas.

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