PF investiga aplicação de R$ 1,2 milhão do IMPCG ligada ao Banco Master

Operação cumpriu seis mandados em Campo Grande e apura possíveis irregularidades na decisão sobre recursos da previdência municipal investidos em letras financeiras

25 AGO 2026Por Redação Jota FM10h37
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A Polícia Federal investiga possíveis irregularidades na aplicação de R$ 1,2 milhão do Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master. A apuração resultou na deflagração da Operação Presciência nesta terça-feira (25). O inquérito apura suspeitas de gestão temerária e corrupção ativa e passiva.

A investigação começou após uma auditoria do Ministério da Previdência Social apontar possíveis falhas no processo que levou ao investimento. Segundo a apuração, procedimentos técnicos e administrativos previstos para esse tipo de aplicação podem não ter sido observados. As irregularidades teriam exposto o patrimônio da previdência municipal a riscos.

A operação cumpriu seis mandados de busca e apreensão em Campo Grande. A Justiça Federal também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados. As medidas foram determinadas pela 3ª Vara Federal de Campo Grande.

Os investigadores apuram a atuação de servidores envolvidos na decisão sobre a aplicação dos recursos. A suspeita é que ações ou omissões tenham contribuído para o descumprimento dos procedimentos exigidos. A Polícia Federal ainda busca identificar as circunstâncias em que o investimento foi autorizado.

O Banco Master aparece no centro do caso por ter emitido as Letras Financeiras adquiridas com os recursos do IMPCG. A operação não divulgou, até o momento, quem são os investigados nem os locais onde foram cumpridos os mandados. O inquérito segue em andamento para esclarecer a responsabilidade dos envolvidos.

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