SES reforça prevenção contra Aedes aegypti durante período de Carnaval

Secretaria orienta população sobre descarte correto de lixo e eliminação de água parada para reduzir riscos de dengue, chikungunya e Zika nas cidades

15 FEV 2026 Por Redação Jota FM 10h00

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) alertou para o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti durante o Carnaval. O órgão orientou a população a adotar medidas preventivas nos dias de festa. A recomendação vale para quem participa de blocos e para quem permanece em casa.

O aumento da circulação de pessoas e da produção de resíduos preocupa a área técnica. O descarte irregular de lixo pode criar ambientes favoráveis à reprodução do vetor. Recipientes expostos acumulam água da chuva e facilitam a formação de criadouros.

A gerente de Doenças Endêmicas da secretaria, Jéssica Klener, pediu atenção redobrada da população. Ela afirmou que pequenas atitudes contribuem para reduzir o risco de transmissão. Ela destacou a importância de evitar recipientes com água parada.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Larissa Castilho, defendeu mobilização coletiva no enfrentamento das arboviroses. Ela declarou que o período festivo exige responsabilidade compartilhada. Ela ressaltou que a prevenção deve integrar a rotina da população.

A orientação para quem frequenta festas inclui o uso das lixeiras disponíveis. A secretaria recomenda que copos, garrafas e embalagens não sejam deixados em vias públicas. Objetos descartados de forma irregular podem se transformar em focos do mosquito.

O coordenador de Controle de Vetores, Mauro Lúcio Rosário, explicou que o inseto se desenvolve rapidamente. Ele afirmou que qualquer recipiente com água parada representa risco. Ele destacou que a colaboração dos moradores é decisiva para conter novos focos.

A secretaria também orienta moradores a vistoriarem quintais e áreas internas das residências. A recomendação inclui verificar calhas, ralos externos, vasos de plantas, garrafas, baldes e caixas d’água. A limpeza e a vedação adequada desses locais reduzem a infestação.

O órgão informou que a maioria dos focos do mosquito é encontrada em ambientes domiciliares. A participação da população é considerada determinante para conter a circulação do vírus. O combate ao vetor depende de ações contínuas ao longo do ano.

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