Uma das ferramentas utilizadas nesse trabalho é a instalação de ovitrampas, armadilhas que permitem monitorar a presença e a proliferação do mosquito em diferentes regiões do município.
O método auxilia as equipes na identificação de áreas que necessitam de maior atenção e no direcionamento das ações preventivas.
O monitoramento constante é considerado fundamental para reduzir os riscos de surtos e fortalecer o controle das doenças transmitidas pelo mosquito. No entanto, as autoridades de saúde reforçam que o sucesso desse trabalho também depende da participação da população.
A orientação é para que os moradores mantenham quintais limpos, eliminem recipientes que possam acumular água e realizem inspeções frequentes em seus imóveis. Vasos de plantas, pneus, garrafas, calhas e caixas d’água devem receber atenção especial para evitar a formação de criadouros.
Segundo os profissionais da área, pequenas atitudes realizadas diariamente podem fazer uma grande diferença na proteção da saúde coletiva e na redução dos casos de dengue, chikungunya e zika.
O município reforça que o combate ao mosquito é uma responsabilidade compartilhada entre o poder público e a comunidade. Com conscientização e trabalho conjunto, é possível manter Deodápolis mais segura, saudável e protegida contra as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

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