O helicóptero utilizado pelos dois homens mortos em confronto com o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), na tarde de quarta-feira (12), em uma fazenda na região de Tacuru, apresentava irregularidades na identificação, conforme divulgado pela corporação.
A aeronave, um Robinson R44 de cor preta, possuía divergências entre o prefixo na cauda e a plaqueta de identificação, além de galões de combustível vazios encontrados durante a vistoria.
A ação que resultou na morte dos dois homens começou após uma denúncia sobre o pouso do helicóptero em atitude suspeita. Equipes do DOF e da Polícia Militar Ambiental (PMA) foram até o local e tentaram abordar os dois ocupantes da aeronave, que fugiram para uma mata próxima.
Durante a perseguição, os homens abriram fogo contra os policiais, que revidaram. Ambos foram baleados e socorridos ao Hospital Regional de Amambai, mas não resistiram.
De acordo com informações da polícia, as investigações revelaram que um dos homens usava um documento falso e tinha uma ficha criminal extensa. O outro era um foragido do sistema prisional do Paraná, tendo escapado no dia anterior ao confronto.
Uma viatura guincho da Polícia Militar de Amambai prestou apoio no transporte do helicóptero até a Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados, onde as armas de fogo e o helicóptero apreendidos foram entregues. A aeronave foi avaliada em R$ 3,5 milhões.
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