Membros, servidores e colaboradores do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) participaram de uma campanha de doação de sangue realizada na unidade da Chácara Cachoeira, em Campo Grande. A iniciativa, desenvolvida em parceria com o Hemosul, busca incentivar a doação regular e contribuir para a manutenção dos estoques de sangue no Estado.
A ação integra as atividades institucionais voltadas à promoção da saúde e da solidariedade. A expectativa é de que, nas próximas semanas, a unidade móvel de coleta do Hemosul também atenda outras unidades do MPMS na Capital, ampliando o alcance da campanha e facilitando a participação de mais voluntários.
A Procuradora-Geral Adjunta de Justiça Institucional e coordenadora do Núcleo de Apoio Especial à Saúde (Naes), Daniela Cristina Guiotti, destacou a importância da mobilização. Segundo ela, doar sangue é um gesto simples, mas que faz diferença para milhares de pessoas.
"Reforço a importância do generoso ato de doação de sangue, que é um gesto simples e que salva tantas pessoas. O MPMS está sempre atento a essa temática e tem unido esforços com o Hemosul para aumentar as doações e manter sempre regulares os estoques de sangue para atendimento dos pacientes de todo o Estado", afirmou.
O assessor jurídico Pedro Henrique Fernandes Alves da Fonseca também participou da campanha e defendeu a ampliação de iniciativas semelhantes. Ele contou que fazia algum tempo que não realizava uma doação e ressaltou que ações desse tipo aproximam novos voluntários da causa.
"É uma iniciativa muito importante, que poderia abranger também o interior do Estado e acontecer com mais frequência. Na minha família, meu pai e meus avós já precisaram de transfusão de sangue. É um gesto de solidariedade que não tem preço", disse.
Os dados reforçam a necessidade de campanhas permanentes de conscientização. Em 2025, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 3,22 milhões de coletas de sangue em todo o Brasil. Apesar do volume, apenas cerca de 1,4% a 1,5% da população brasileira é doadora, percentual considerado dentro do mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas que ainda exige mobilização contínua para garantir a segurança dos estoques. O Centro-Oeste está entre as regiões com os maiores índices proporcionais de doação.
Quem pode doar
Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 18 e 60 anos e pesar, no mínimo, 50 quilos. Pessoas entre 60 e 69 anos também podem doar, desde que tenham realizado a primeira doação antes dos 60 anos. Menores de idade precisam de autorização dos responsáveis.
No dia da doação, o voluntário deve estar alimentado, descansado, sem consumo de bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores e apresentar documento oficial com foto. Fumantes também devem evitar o cigarro por, pelo menos, duas horas antes da coleta.
O Hemosul orienta que a doação é um procedimento seguro, voluntário e capaz de beneficiar qualquer paciente que necessite de transfusão, independentemente de parentesco ou vínculo com o doador. Quem deseja contribuir pode procurar a unidade de coleta mais próxima e ajudar a manter os estoques abastecidos para atender a população sul-mato-grossense.

Procuradora-Geral Adjunta de Justiça Institucional e coordenadora do Núcleo de Apoio Especial à Saúde (Naes), Daniela Cristina GuiottiDivulgação
Campo GrandePlano Diretor lidera pauta do segundo semestre na Câmara
JudiciárioRicardo da Mata Reis assume titularidade da 1ª Vara Criminal
EmpreendedorismoImpulsiona Mulher reúne 400 empreendedoras em Três Lagoas
HabitaçãoPrefeitura lança Vira CG para facilitar compra da casa própria