As atividades legislativas serão exercidas normalmente, sem qualquer prejuízo por causa das agendas políticas e eleitorais, segundo o deputado estadual Júnior Mochi (MDB), presidente da Assembleia Legislativa.
Mochi prevê um ambiente de normalidade nos debates, análises e votações de plenário e nas comissões quando em fevreiro a Casa retomar os expedientes legislativos num ano eleitoral. A maioria dos parlamentares vai buscar a reeleição e a tendência é que os debates se tornem mais acirrados.
“Todos os 24 integrantes do poder têm demonstrado espírito publico e isso faz a diferença. As disputas eleitorais fazem parte do processo democrático, mas não contaminam o processo de apreciação e deliberação das matérias", afiança Mochi. Ele antevê um ano desafiador, não só em função do calendário eleitoral, mas também pelo empenho dos poderes no combate à crise e na busca de caminhos seguros para que o desenvolvimento seja plenamente consolidado.
O deputado Zé Teixeira (DEM), 1º secretário da Mesa Diretora, e seu colega pedetista George Takimoto, endossam o presidente. Para Teixeira, uma coisa é a disputa entre os partidos e candidatos nos palanques, outra coisa é a responsabilidade constitucional no exercício das funções legislativas.
“Os deputados sabem quais são suas atribuições e as cumprem. Votamos segundo nossas consciências e de acordo com o interesse publico”, afirmou Teixeira. Por seu turno, Takimoto emenda: “Já atravessamos vários períodos de confronto eleitoral e isso nunca interferiu na conduta do Legislativo. As matérias são apreciadas e votadas visando ao bem-estar da sociedade e ao progresso econômico-social do Estado”.
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