As 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul serão disputadas por homens e mulheres dispostos a mostrar que merecem a chance de representar o povo no Palácio Guaicurus.
Dos atuais deputados estaduais, 20 a 21 buscarão se reeleger. Mas as chances de quem já tem mandato e dos postulantes mais experientes podem diminuir com a chegada das inevitáveis novidades. Segundo a Ranking Comunicação e Pesquisa, uma dessas novidades tem até agora a maior cotação nas intenções de voto: tatá Marques. Ele faz parte de um time de pré-candidatos que vêm abrindo espaços na política: Gerson Claro, Jamílson Name, Léo Matos, Neno Razuk e Antonio João Hugo Rodrigues, o AJ, entre eles.
Filiado ao Solidariedade em 2016, o âncora do programa “O Povo na TV” (SBT), Tatá Marques, é o líder das intenções de voto. De acordo com a Ranking, o apresentador tem 1,83% e bem próximos a ele estão os deputados estaduais Rinaldo Modesto (PSDB), com 1,75%, e Zé Teixeira (DEM), com 1,66%. Em seguida, o bloco que também teve mais de 1%: Coronel David, Cabo Almi e Jamílson, com 1,58%. os deputados estaduais Maurício Picarelli e Felipe Orro (PSDB), e Márcio Fernandes (MDB), com 1,50%; AJ e Lídio Lopes, cada um com 1,33%; Alcides Bernal, Paulo Siufi e Gerson Claro, com 1,25%.
Abaixo de 1,25% a primeira fila é ocupada por Lucas de Lima, Chiquinho Telles, Valdir Gomes, João Rocha e Renato Câmara, com 0,75%; Léo Matos, Neno Razuk, Paulo Corrêa e João Grandão, com 0,66%; Antonieta amorim, Carlos Alberto de Assis, José Carlos Barbosinha, Amarildo Cruz e Júnior Mochi, com 0,58%; Onevan de Matos, Gerson Domingos, Antonio Carlos Arroyo, Grazielle Machado, Pedro Kemp e Enelvo Felini, com 0,41%; Mara Caseiro, Laerte Tetila, Carlão, Herculano Borges, Gilmar da Cruz, Marcos Rondon, Pastor Jeremias e Maicomn Nogueira, cada um com 0,33%.
Outros 41 nomes, todos com pontuação de 0,25% para baixo, foram citados pelos eleitores, e 58,57% não souberam ou não quiseram responder. Porém, os índices revelam, para cada concorrente, realidades específicas. É estimulante, por exemplo, para quem já tem alguma experiência, como o diretor-proprietário do “Correio do Estado”, Antonio João. Foi suplente do senador Delcídio Amaral, exerceu o mandato por alguns meses e em 2014 concorreu à vaga titular mas ficou em quarto lugar. Num voo menor, agora vai em busca de uma cadeira na AL-MS.
Gerson Claro chega também como novidade. E surpreende. O índice que o coloca no reduzido grupo de quem pontuou acima de 1% sinaliza fôlego e consistência, se for considerado que desde sua demissão do Departamento Estadual de Trânsito passou a sofrer uma série de denúncias que poderiam desgastá-lo politicamente. Chegou até a ser alvo de fakes (informações falsas) nas redes sociais. Contudo, enfrenta o revés e a cada denúncia desmontada parece receber entendimento favorável e solidário de expressiva parcela da sociedade, o que explicaria seu desempenho..
A pesquisa da Ranking foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os números BR-0386-4/2018 e MS-00351/2018. Foram feitas 1.200 entrevistas em oito regiões que abrangem os 79 municípios de Mato Grosso do Sul no período de 1º a 05 de fevereiro. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro 2,83% para mais ou para menos.
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