Um homem é investigado pela Polícia Federal (PF) por supostamente usar documentos inaptos para conseguir registro como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) e obter armas de fogo. A suspeita é de que ele tenha burlado exigências previstas na legislação durante o processo de concessão e manutenção do registro. A investigação apura se as armas foram adquiridas a partir da fraude.
O investigado teria conseguido o registro de CAC em Campo Grande e, posteriormente, se mudado para Alto Araguaia, no Mato Grosso.
A apuração faz parte da terceira fase da Operação Guardiões de Fogo, deflagrada nesta quinta-feira (10). Os investigadores cumpriram um mandado de busca e apreensão em um endereço ligado ao suspeito, onde foram procuradas armas, munições, documentos e outros materiais que possam ajudar a esclarecer o caso.
Durante a busca, os policiais federais encontraram armas de fogo e munições. Também foram apreendidos documentos e outros objetos considerados relevantes para a investigação. O material será analisado para verificar como ocorreu a obtenção do registro e das armas.
Segundo a investigação, os documentos apresentados pelo suspeito não seriam válidos para comprovar o cumprimento dos requisitos necessários ao registro. A suspeita é de que a documentação tenha sido utilizada para contornar as exigências legais impostas aos CACs. A prática teria permitido a posse de armas que não poderiam ser obtidas regularmente.
A Polícia Federal agora busca esclarecer toda a dinâmica da fraude. Os investigadores também apuram se outras pessoas participaram do esquema ou ajudaram na obtenção dos documentos. A operação terá novas diligências conforme a análise do material apreendido.

Investigado teria apresentado documentos inaptos para burlar exigências legais e conseguir autorização para manter armas de fogo e muniçõesFoto: Divulgação/PF
MPMSEmpreendimento é condenado a pagar R$ 1 milhão por dano ambiental
80 anosALEMS vota prioridade especial para idosos nesta quinta-feira
AdoçãoJustiça mobiliza comunidade para ampliar adoções em Corumbá
ASSISTÊNCIA SOCIALGoverno de MS garante R$ 17,9 milhões para o Mais Social