A Câmara Municipal de Campo Grande promoveu, nesta quarta-feira (3), a campanha "Campo Grande é Sangue Bom", para cadastro de doadores de medula óssea em parceria com o Instituto Sangue Bom.
Servidores da Casa participaram da ação e assistiram à palestra Histórias de um Transplantado, conduzida por Carlos Alberto Rezende, o Professor Carlão.
Diagnosticado em 2016 com aplasia medular severa, doença rara que compromete a produção de células sanguíneas, Carlão recebeu um transplante de medula óssea após encontrar um doador compatível no Redome (Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea). Hoje, ele atua em campanhas de incentivo à doação.
A chance de compatibilidade entre doador e paciente é de uma em cada 100 mil. O Hemosul participou da ação realizando cadastros para doadores de medula. Podem se inscrever pessoas entre 18 e 35 anos, por meio da coleta de 8 ml de sangue, com dados inseridos no Redome.
Durante o evento, o tenente-coronel Wellington Rodrigo de Lima Bento relatou sua experiência como doador. Ele havia se cadastrado há 20 anos e foi chamado em março deste ano para doar. “Foi uma emoção que não tem como explicar. É gratificante poder ajudar outra pessoa”, afirmou.
Além da medula, também foi divulgado o incentivo à doação de sangue. O Hemosul informou que podem doar pessoas de 16 a 69 anos, desde que pesem no mínimo 51 quilos. Homens podem doar até quatro vezes ao ano e mulheres até três vezes, respeitando os intervalos entre doações.
Interessados podem procurar diretamente o Hemosul, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Campo Grande
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